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	<title>comportamento e sexualidade</title>
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	<description>aspectos bio-psico-sociais da sexualidade humana</description>
	<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 21:31:21 +0000</pubDate>
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		<title>Campanha polêmica</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 21:30:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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Imagem de bebê com identificação &#8220;homossexual&#8221; gera polêmica

Uma campanha institucional contra a discriminação sexual que mostra imagem de um recém-nascido com uma pulseira de identificação onde, em lugar do nome, se lê &#8220;homossexual&#8221;, reabriu na Itália o debate sobre a ética na publicidade.

A região da Toscana (centro da Itália) é a responsável pela campanha, patrocinada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.movimentoespirita.org/blog/wp-content/uploads/2008/09/092008-2027-campanhapol11.jpg" alt=""/>
	</p>
<p style="text-align: center">
 </p>
<p style="text-align: justify">Imagem de bebê com identificação &#8220;homossexual&#8221; gera polêmica
</p>
<p style="text-align: justify">Uma campanha institucional contra a discriminação sexual que mostra imagem de um recém-nascido com uma pulseira de identificação onde, em lugar do nome, se lê &#8220;homossexual&#8221;, reabriu na Itália o debate sobre a ética na publicidade.
</p>
<p style="text-align: justify">A região da Toscana (centro da Itália) é a responsável pela campanha, patrocinada pelo Ministério de Igualdade de Oportunidades, e que recebeu o apoio de associações de homossexuais e parte da esquerda, assim como críticas dos conservadores, que a consideram &#8220;horrorosa&#8221;. A fotografia, cedida gratuitamente pela fundação canadense Emergence, aparecerá em outdoors e postais da região sob o lema &#8220;A orientação sexual não é uma escolha&#8221;. A imagem foi utilizada também em um evento contra a discriminação sexual realizado em Florença, capital da região, nos dias 26 e 27, dentro de um festival de criatividade.
</p>
<p style="text-align: justify">O responsável regional pela escolha da imagem, Agostino Fragai, justificou ao jornal &#8220;Corriere della Sera&#8221; que a campanha não pretende entrar na origem do homossexualismo, mas ressaltar que ele &#8220;não é um vício e, por isso, não deve ser condenado, marginalizado ou pior ainda, perseguido&#8221;. O presidente da associação homossexual italiana Arcigay, Aurelio Mancuso, disse que a campanha está &#8220;totalmente na vanguarda&#8221; da defesa dos direitos dos gays e afirmou que a Itália deveria &#8220;se adequar&#8221; à visão da Toscana sobre o assunto. A imagem do bebê também tem opositores, como o líder da conservadora União de Democratas Cristãos na Câmara Baixa, Luca Volonté, que classificou a campanha de &#8220;horrorosa&#8221;. Para Volonté, &#8220;utilizar recém-nascidos para dar a idéia de que os impulsos homossexuais são uma característica inata das crianças é uma desculpa vergonhosa do ponto de vista científico, político e social&#8221;.
</p>
<p style="text-align: justify">O partido de Silvio Berlusconi, o Forza Italia, disse à imprensa local que &#8220;para afirmar um modelo alternativo de sociedade, na qual domina a indeterminação sexual, a região Toscana não vacila em utilizar um recém-nascido de forma instrumental e ideológica&#8221;. (Albenísio Fonseca, com agências internacionais)</p>
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		<title>Gestação e Adolescência</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 22:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo. A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background: white"><img align="left" src="http://www.movimentoespirita.org/blog/wp-content/uploads/2008/09/091408-2123-gestaoeadol1.jpg" alt=""/><span style="color:#151515; font-family:Tahoma; font-size:9pt">A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo. <br/><br/>A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente. <br/><br/>É muito importante que haja diálogo entre os pais, os professores e os próprios adolescentes, como forma de esclarecimento e informação.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="color:#151515; font-family:Tahoma; font-size:9pt">Mas o que acontece é que muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos, essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Alguns especialistas afirmam que quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a escola promove explicações sobre como se prevenir, o tempo certo em que o corpo está pronto para ter relações e gerar um filho, há uma baixa probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente transmissíveis. <br/><br/>O prazer momentâneo que os jovens sentem durante a relação sexual transforma-se em uma situação desconfortável quando descobrem a gravidez.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="color:#151515; font-family:Tahoma; font-size:9pt">É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranqüila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade.<br />
</span></p>
<p style="background: white"><span style="color:#151515; font-family:Tahoma; font-size:9pt">Por Eliene Percília<br/>Equipe Brasil Escola<br />
</span></p>
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		<title>V Congresso Amssac de Saúde Sexual</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Amssac]]></category>

		<category><![CDATA[congress]]></category>

		<category><![CDATA[saúde sexual]]></category>

		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[V   Congreso Amssac de Salud Sexual
3 al 5 de octubre de 2008
Palacio de Medicina 
Brasil 33, Centro Histórico, Ciudad de México 
En nombre de la Asociación Mexicana para la Salud Sexual A. C., tenemos el honor de invitarle a participar y asistir a nuestro V Congreso Amssac de Salud Sexual que tendrá lugar en la [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Congreso Amssac de Salud Sexual " href="http://www.amssac.org/congreso08%20inicio.htm"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">V   Congreso Amssac de Salud Sexual</span></a></p>
<p><strong><a title="V Congreso Amssac de Salud Sexual" href="http://www.amssac.org/congreso08%20inicio.htm"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">3 al 5 de octubre de 2008</span></a></strong></p>
<p><strong><a title="V Congreso Amssac de Salud Sexual" href="http://www.amssac.org/congreso08%20inicio.htm"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Palacio de Medicina</span></a></strong><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p><a title="V Congreso Amssac de Salud Sexual" href="http://www.amssac.org/congreso08%20inicio.htm"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Brasil 33, Centro Histórico, Ciudad de México </span></a></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">En nombre de la <strong><em>Asociación Mexicana para la Salud Sexual A. C.</em></strong>, tenemos el honor de invitarle a participar y asistir a nuestro <strong><em>V Congreso Amssac de Salud Sexual</em></strong><em> </em>que tendrá lugar en la Ciudad de México los días 3 al 5 de octubre de 2008 en el Palacio de Medicina, en el que darán cita los más connotados profesional es de la Salud Sexual, tanto de nuestra Institución como de diferentes Instituciones Gubernamentales y no Gubernamentales, poniéndonos al tanto en la vanguardia clínica y educativa que aseguran una alta calidad académica y científica del evento. </span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">La sede de Nuestro Congreso será el bellísimo Palacio de Medicina que alberga una gran historia  y que da a nuestro evento un toque interesante que hará de su estancia un momento especial e inolvidable.</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">¡¡Les esperamos!!</span></p>
<p><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Atentamente,</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">María Sánchez Cordero</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Presidenta de la Mesa Directiva de Amssac 2006-2008</span></strong><strong><br />
<strong><a href="http://www.amssac.org/congreso08%20inicio.htm"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">http://www.amssac.org/congreso08%20inicio.htm</span></a></strong></strong><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
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		<title>Portugal: 3 milhões infelizes no amor</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 15:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio da Manhã (Portugal) - 29 Junho 2008 - 15h42
	
Sexo - Os portugueses estão satisfeitos?

3 milhões infelizes no amor

Em Portugal há cerca de três milhões de adultos infelizes com a vida sexual. Um resultado que coloca os portugueses no fundo da tabela mundial de satisfação sexual, de acordo com os dois últimos inquéritos multinacionais. Especialistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&amp;contentid=B226C617-F98D-41F5-9253-A9853C5A2076">Correio da Manhã (Portugal) - 29 Junho 2008 - 15h42</a>
	</p>
<h2><span style="font-size:12pt">Sexo - Os portugueses estão satisfeitos?<br />
</span></h2>
<h1><span style="font-size:12pt">3 milhões infelizes no amor<br />
</span></h1>
<p><img src="http://www.correiomanha.pt/imagedownload.aspx?schema=ca967162-b341-4feb-88dd-fecb0766bf67&amp;channel=738D42D9-134C-4FBE-A85A-DA00E83FDC20&amp;content_id=FBFD6AAE-4249-4EBF-884E-A98F026C5513&amp;field=img_detalhe_noticia&amp;lang=pt&amp;ver=1&amp;filetype=jpg" alt=""/>Em Portugal há cerca de três milhões de adultos infelizes com a vida sexual. Um resultado que coloca os portugueses no fundo da tabela mundial de satisfação sexual, de acordo com os dois últimos inquéritos multinacionais. Especialistas alertam paraconsequente perda de apetite sexual e depressão.
</p>
<p>Em Fevereiro o estudo &#8216;Global Health Survey&#8217; revelava que os portugueses são os que dizem fazer mais sexo. Realizado em vinte países, este trabalho envolveu respostas de vinte mil homens. No campo da satisfação sexual o estudo demonstrou uma realidade preocupante: Portugal surgiu no penúltimo lugar, ou seja, no 19º lugar. Pior só a Itália.
</p>
<p>No anterior inquérito mundial, o Estudo Global sobre Sexo da Durex, realizado em 2005, os portugueses surgiam igualmente no fim da tabela na resposta à pergunta: &#8220;Sou feliz na minha vida sexual?&#8221; Só 33% dos portugueses adultos, ou seja, cerca de três milhões, disse que sim. Com 57%, os belgas lideram a lista de 40 países. A média mundial é de 44%. Atrás de Portugal figuram a China (22%) e o Japão (24%).
</p>
<p>A insatisfação sexual conduz à depressão, revela o estudo Sexualidade, Depressão e Ansiedade em Doentes Reumatológicos&#8217;, dirigido pela psicóloga Marta Andersen e pelo director clínico-adjunto do Instituto Português de Reumatologia, Luís Miranda. Com base nesse trabalho, que ficará concluído em Dezembro, LuísMiranda explicou ao CM que a &#8220;auto-estima e satisfação sexual estão directamente relacionadas com diferentes níveis de depressão. As mulheres com níveis mais baixos de depressão têm níveis bastante mais elevados de satisfação sexual e de auto-estima&#8221;.
</p>
<p>Para os sexólogos Sandra Vilarinho, da Universidade de Coimbra, e Pedro Nobre, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, premiados em Abril em Roma por um estudo de satisfação sexual, &#8220;viver melhor a sexualidade está associado à existência de menos emoções negativas de culpa, tristeza ou fadiga.&#8221;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigo tira dúvidas sobre a mastrubação</title>
		<link>http://www.movimentoespirita.org/meo/blog/?p=43</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[masturbação]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba tudo sobre masturbação. Faz mal? Faz bem? É feio ou pecado? Veja aqui
Matéria publicada no site: Tudoagora.com.br: 22/06/2008 - 17:09:33
&#8220;Tenho 17 anos descobri que o meu namorado se masturbava, na hora fiquei meio confusa&#8221;
O que é a MASTURBAÇÃO? &#8220;Tenho 17 anos descobri que o meu namorado se masturbava, na hora fiquei meio confusa. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/1495/Saiba-tudo-sobre-masturbacao-Faz-mal-Faz-bem-E-feio-ou-pecado-Veja-aqui.html">Saiba tudo sobre masturbação. Faz mal? Faz bem? É feio ou pecado? Veja aqui</a></p>
<p>Matéria publicada no site: Tudoagora.com.br: 22/06/2008 - 17:09:33</p>
<p>&#8220;Tenho 17 anos descobri que o meu namorado se masturbava, na hora fiquei meio confusa&#8221;</p>
<p>O que é a MASTURBAÇÃO? &#8220;Tenho 17 anos descobri que o meu namorado se masturbava, na hora fiquei meio confusa. E ele perguntou se eu já havia feito isso, falei que não. O que é realmente masturbação e o que leva uma pessoa a fazer?&#8221;<br />
Se masturbar significa proporcionar prazer ao corpo, em especial aos genitais, através do toque das mãos. A masturbação pode ser considerada uma das práticas sexuais mais comuns e esperada, em toda a sexualidade humana:</p>
<p>· na infância, em especial dos 3 aos 6 anos, ela é uma forma de descoberta das diferenças anatômicas entre meninos e meninas. É uma forma prazerosa de contato corporal, quer seja individual, quer seja entre duas crianças;</p>
<p>· na adolescência, além do apelo erótico biológico, ou seja, da necessidade orgânica (pela ação hormonal), garotos e garotas se masturbam para extravasar a tensão sexual, para o conhecimento do prazer corporal e de suas sensações;</p>
<p>· na idade adulta, a masturbação é uma, entre as possibilidades de práticas sexuais, quer individual, quer com parceiros(as), inclusive no casamento entre os casais. É uma forma de sexo seguro e, uma forma, também, de extravasamento das tensões sexuais da vida cotidiana;</p>
<p>· na terceira idade pode ser um reflexo da falta de sexo com parceiros, em especial para aquelas pessoas (homens e mulheres) que, erroneamente acreditam que a sexualidade acaba após a idade fértil (no caso da menopausa, para as mulheres; ou pela perda do vigor físico e juventude, no caso dos homens). Ou então, como uma possibilidade sexual entre os parceiros.<span id="more-43"></span></p>
<p>NÃO CAUSA MALES ao CRESCIMENTO!<br />
Gostaria de saber se a masturbação pode prejudicar nas atividades diárias&#8230;e também se ela pode prejudicar alguma coisa na fase de  crescimento.</p>
<p>Se masturbar, ou seja, estimular com as mãos e dedos os genitais a fim de proporcionar prazer e, até ao gozo, é um ato comum, esperado, previsto e bom, no desenvolvimento humano. Crianças se manipulam, adolescentes, adultos e pessoas na terceira idade. A masturbação é algo possível tanto para meninos como para meninas , para homens e mulheres.</p>
<p>Quando nos masturbamos, além de sentirmos sensação de prazer, aprendemos a conhecer nosso corpo, nossas sensações, as partes do corpo mais sensíveis.</p>
<p>Também conhecida como automanipulação, auto-estimulação ou auto-erotismo, a masturbação não faz mal a pessoa nem a sua saúde!!! As idéias que dizem que a masturbação causa males aos indivíduos (como esterilidade, impotência, crescimento de pêlos nas palmas das mãos, espinha no rosto e no corpo, ginecomastia - aumento dos seios nos rapazes, debilidade mental, verrugas, raquitismo, crescimento exagerado do pênis, diminuição do desejo sexual, ejaculação precoce), são todas mitos sexuais, ou seja, invenções de nossa cultura para reprimir essa prática prazerosa, uma vez que não leva à reprodução e causar, nas pessoas sentimento de culpa. Portanto, é esperado, é comum e é normal, que garotos e garotas toquem no próprio corpo e se proporcionem prazer.</p>
<p>QUANDO que se MASTURBAR PODE SER RUIM?<br />
Por uma questão lógica, posso até pensar que quem se masturba de modo compulsivo, pode acabar deixando de fazer outras coisas na vida que, são igualmente importantes, como, passear, namorar, trabalhar, sair com os amigos, ver televisão, ler. Enfim, sob este ponto de vista a masturbação excessiva pode ser ruim.</p>
<p>Sob outro aspecto lógico, também poderíamos pensar que, ao se masturbar estamos liberando a tensão sexual acumulada. Da mesma forma que estamos, com isso, gastando o tesão que, para algumas pessoas poderia fazer falta na hora de transar com alguém, por exemplo. Quero dizer que, quando temos companheiro ou companheira para o sexo, é melhor evitar a masturbação quando sabemos, de antemão, por conhecer nossa característica física, que aquele tesão (liberado pela masturbação) fará falta. No entanto, nem todas as pessoas são assim; há homens e mulheres que apresentam um desejo sexual tão grande, ou que tem a facilidade de facilmente ficaram excitados que, o fato de se masturbar não fará a mínima diferença.</p>
<p>MASTURBAÇÃO e INFECÇÃO do HIV/AIDS &#8220;Sou uma garota de 19 anos e sou virgem. Estou saindo com um ótimo rapaz, de quem gosto muito. Rapidamente adquirimos enorme intimidade emocional e sexual. No entanto, por ele ser muito mais velho e experiente do que eu, já tendo mantido relações com pessoas muito diferentes, tenho receio de que ele possa ser portador de alguma DST. Tenho vergonha de fazer essa pergunta a ele diretamente, porque também há a possibilidade de ele não saber se possui ou não alguma doença. Não estou pronta para o sexo com penetração e ele entende isso perfeitamente, mas o que eu gostaria mesmo de saber é: no ato da masturbação, existe risco de contágio por líquido seminal infectado em contato com as mãos?&#8221;</p>
<p>É possível sim, que uma pessoa se infecte com algum microorganismo, através da masturbação mútua, desde que os fluídos sexuais estejam contaminados e haja possibilidade de absorção através do tecido dos genitais, ou de cortes e fissuras na pele da mão e dedos.</p>
<p>Você não deve ficar com vergonha ou receios de conversar com seu parceiro. Todas as pessoas deviam, regularmente, fazer exames para que a prática sexual fosse mais tranqüila e segura. Ninguém precisa ficar envergonhado de ter contraído uma doença &#8230; veja que até mesmo é possível contrairmos infecções, herpes e simples micoses em banheiros públicos.</p>
<p>POR QUE para as MULHERES a MASTURBAÇÃO é mais DIFÍCIL?</p>
<p>A masturbação, até pouco tempo, ela era considerada algo ruim e prejudicial. Hoje, pelo menos para os estudiosos da sexualidade humana, e para as pessoas mais esclarecidas e abertas, ela é uma prática:</p>
<p>previsível e esperada na infância, na adolescência, na fase adulta e na terceira idade;</p>
<p>é uma forma de meninos e meninas conhecerem o próprio corpo, é uma possibilidade de prática sexual, quer seja individual ou com parceiros;</p>
<p>é uma forma de sexo seguro.</p>
<p>Talvez as pessoas (homens e mulheres) que não conseguem sentir prazer com a manipulação dos genitais, sejam pessoas que aprenderam que se masturbar á algo ruim, feio, sujo, pecaminoso. É tudo uma questão de significados negativos, que podem ser revistos e modificados &#8230; para isso que fazemos Educação Sexual.</p>
<p>Para as mulheres, as questões ligadas a sexualidade, sempre foram mais difíceis. Primeiro, porque sempre se difundiu a idéia do sexo associado a impureza e ao pecado. Também foi ensinado para nós, na história e na cultura, que somente a imagem da mulher virtuosa e pura, teria o reconhecimento e o respeito social. Ela deveria ser virgem, dona de casa e praticar o sexo só no casamento e para reprodução. Sob este ponto de vista a masturbação seria inconcebível para as mulheres. Além do fato de que sempre se difundiu uma idéia de que o &#8220;homem teria mais necessidade de sexo do que a mulher&#8221; (talvez, por isso, que a masturbação é mais comum e esperada entre os meninos). Com isso, o conhecimento do corpo feminino, também, sempre foi negado, escondido, oculto. Lembro que os genitais masculinos são visíveis, fáceis de serem manipulados; enquanto que os genitais femininos, estão escondidos - muitas mulheres adultas tem dificuldades em identificar onde fica o clitóris, a vagina e a uretra.</p>
<p>Penso que as garotas precisam aprender a conhecer seu corpo &#8230; suas sensações, e o prazer decorrente do fato de se tocarem. É fundamental que saibam, através do toque corporal, o que gostam e o que não gostam, para poderem dividir com seus futuros parceiros num relacionamento mais pleno e satisfatório.</p>
<p>MULHERES SE MASTURBAM com OBJETOS?</p>
<p>&#8220;Excito-me muito facilmente, basta ver um filme fico logo toda descontrolada. Masturbo-me com muita freqüência, chego mesmo a introduzir objetos na vagina. Será que isso não me fará mal mais tarde? &#8221;</p>
<p>O princípio básico da masturbação é estimular os genitais e também partes do corpo (seios, braços, nádegas, &#8230;) com as mãos e dedos. Algumas pessoas podem apertar, entre as pernas, almofadas ou travesseiros que farão o contato prazeroso com os genitais. Há garotas/mulheres que podem utilizar objetos para estimular os lábios vaginais, ou o clitóris ou, até mesmo o canal vaginal. Lembro da necessidade de cuidados relacionados com a higiene das mãos e desses objetos (que podem ser artigos eróticos, por exemplo). Lembro que ao introduzir objetos na vagina você deve ter o cuidado para não se machucar. Sugiro e recomendo que coloque a camisinha (preservativo) no objeto. Isso facilitará a penetração e auxiliará na higiene. Desta forma, não há como haver problemas mais tarde.</p>
<p>MASTURBAÇÃO e IDÉIAS RELIGIOSAS &#8220;Tenho 19 anos, já tive namorada mas nunca tive sexo com penetração, e não consigo fazer o que todos os rapazes fazem que é se masturbar. Sou de família evangélica e acho que isso sempre me influenciou por causa da proibição e pressão. Tenho quase certeza que não tenho problemas quanto a minha sexualidade, pois quando tenho sonhos eróticos acordo todo &#8220;melado&#8221;, você me entende? Por enquanto é só, gostaria que me respondesse.&#8221;</p>
<p>Seu corpo e sua mente estão respondendo aos seus desejos e estímulos eróticos. No sono, você se excita &#8230; isso aumenta as taxas de hormônio e você ejacula. Isto é perfeitamente normal e sadio. Você está certo em se considerar “sem problemas quanto a sua sexualidade”.</p>
<p>Quanto a masturbação e a ensinamentos tradicionais, penso que os tempos atuais exigem uma nova postura de revisão e, quem sabe, de mudança de idéias e pontos de vista. Hoje em dia, praticamente todos/as os/as educadores/ras, médicas/os, sexólogos/as e estudiosas/os da sexualidade consideram a masturbação como uma pratica sexual normal e esperada na vida de crianças, jovens, adultos e idosos.</p>
<p>Penso que muitas religiões não possuem conhecimentos suficientes e atualizados para explicar o comportamento sexual humano, porque:</p>
<p>- não estudam a sexualidade cientificamente - apenas manifestam opiniões sobre o que acham que é o certo, correto e normal.</p>
<p>- procuram se manter fieis aos seus dogmas - portanto, não mudam e sequer consideram que as sociedades e as pessoas estão em constante processo de mudança e re-significação de suas práticas sexuais;</p>
<p>- procuram ser fiéis as noções restritas de família, casamento e reprodução - afinal, toda estrutura religiosa se mantém viva dentro da idéia de “família”. Não é à toa que, entre os sacramentos religiosos estão o batismo, a crisma, o casamento. Na história religiosa a masturbação sempre foi ensinada como algo ruim, pois não levava a reprodução e também, não havia o interesse de que as pessoas se proporcionem prazer individualmente, fora do casamento. Somos ensinados, historicamente, a praticar o sexo no casamento.</p>
<p>MASTURBO-ME mas não gozo &#8220;Por que não consigo gozar na masturbação já que fico ereto, tenho prazer e sinto a dorzinha?&#8221;</p>
<p>Talvez você não esteja conseguindo um nível de erotização mental (de fantasias), suficientemente fortes para lhe provocar o gozo.</p>
<p>Talvez você precise aperfeiçoar o toque sobre seu pênis, procurando sensibiliza-lo mais - lubrificá-lo um pouco, pode ajudar, você pode utilizar a própria saliva ou qualquer creme hidratante a base de água.</p>
<p>Talvez você ainda não esteja produzindo hormônios sexuais (testosterona) suficientes, para o estímulo químico-biológico, que determina o gozo. Afinal, seus 12 anos mostram que você está iniciando a puberdade!! Nada de angústias - ainda há muito que aprender e, certamente, muita transformação acontecerá com você e com seu corpo.</p>
<p>Que tal aproveitar a experimentação, num dia desses qualquer, praticando um “cinco contra um” usando uma camisinha? SEXO SEGURO se aprende antes da prática com parceiros. PENSE NISSO!!!</p>
<p>MASTURBAÇÃO com o DEDO tira a VIRGINDADE? &#8220;Sou garota e tenho 13 anos. Queria saber se  masturbando-se com o dedo, pode-se perder a virgindade.&#8221;</p>
<p>Se você considerar que a perda da virgindade está relacionada com o fato de romper o hímen e, se você introduzir o dedo no canal vaginal, ou um objeto cilíndrico, durante a masturbação, dependendo do movimento e da grossura (do dedo e do objeto), seu hímen pode ser rompido.</p>
<p>O DEDO pode levar ao SANGRAMENTO do HÍMEM? &#8220;Sou mulher e tenho 29 anos. Gostaria de saber se quando uma mulher introduz o dedo na vagina, sempre vai ocorrer sangramento? Estava me tocando e de repente senti um pouco de dor e saiu um pouco de sangue&#8230;&#8221;</p>
<p>Uma garota pode sim, romper seu hímen, com a introdução do dedo ou de objetos, na vagina. O sangramento vai depender de cada garota e da situação. Lembre que mesmo transando com um homem, onde há a penetração do pênis, nem sempre as mulheres sangram na primeira transa. Da mesma forma que, nem sempre o hímen se rompe na primeira penetração. Há casos de hímens cujo tecido é tão resistente, que só haverá rompimento do tecido quando a mulher submete-se a um parto normal.</p>
<p>Portanto lembre, que há diferentes tipos de hímens e há também diferentes mulheres. Até o fato de estar bem excitada (e molhada) pode facilitar a penetração e evitar o corte do hímen, ou então, se o hímen se romper, o sangue pode se diluir no líquido vaginal, não sendo percebido e, dando a impressão de que a mulher não sangrou.</p>
<p>MASTURBAÇÃO e DOR no ROMPIMENTO do HÍMEN &#8220;Sou do sexo masculino e tenho 17 anos. Estou namorando &#8230; minha namorada se diz virgem (ela tem 14 anos). Eu não acredito que uma garota que seja virgem, não sinta dor ou até mesmo incômodo com o ato da masturbação ao se inserir cerca de 9 cm do meu dedo em sua vagina. Pelo fato dela ser virgem isso causaria dor devido ao hímen, certo? Ou não?&#8221;</p>
<p>É possível, sim, que uma garota introduza o dedo na vagina, sem que haja o rompimento do hímen e sem que ela sinta dor. Há muitos aspectos para que a garota esteja mais tranqüila e segura com a masturbação:</p>
<p>1. não esqueça que o dedo não é tão grosso quanto um pênis ereto;</p>
<p>2. não há risco dela engravidar,</p>
<p>3. como a transa não é com o pênis, não há a “perda” da virgindade – que para muitos só ocorre quando ocorre o ato sexual com penetração vaginal pelo pênis.</p>
<p>Com isso tudo, a garota fica mais relaxada. Não há tensão muscular e por isso não há dor. Pode ser até que, com o dedo, o hímen seja rompido. Mas se ela estive bem lubrificada e tranqüila, além dela não sentir dor, o sangue pode ser mínimo e se diluir nos fluídos sexuais, passando desapercebido.</p>
<p> </p>
<p>MASTURBAÇÃO</p>
<p>Tenho 15 anos, e não posso ficar sem tocar uma bronha (punheta)! Às vezes acordo de manhã todo melado (acho que gozo no sonho). Até na aula eu fico de pau duro, e no intervalo vou ao banheiro para bater uma bronha e ejacular. Será que sou tarado? Sinto que se demorar pra tocar uma, começa doer o meu saco. </p>
<p>Vc é um rapaz perfeitamente normal. Seus 15 anos mostram que vc está em plena vitalidade física, com grande capacidade de erotização, tesão e energia sexual para ser extravasada na masturbação.</p>
<p>O que acontece com vc durante a noite se chama polução noturna (polução = ejaculação). Vc se excita, com sonhos que podem relembrar situações eróticas vividas durante o dia, e goza. Mesmo que vc não lembre do sonho pela manhã, vc ejacula. Isso é esperado que ocorra com todos os garotos quando entram na puberdade. É um fenômeno universal e, anormal seria se não estivesse acontecendo.</p>
<p>Quando estamos com muito tesão, homens e mulheres, há uma contração da musculatura pélvica e dos genitais. É por isso que seu saco dói. O mesmo ocorre com as mulheres - quando estão com muito tesão é possível sentir dor no canal vaginal e clitóris.</p>
<p> </p>
<p>A MASTURBAÇÃO pode AFASTAR as PESSOAS?</p>
<p>Sou uma garota &#8230; tenho 37 anos e prefiro me relacionar com mulheres. Sempre considerei a masturbação como algo feio e proibido. Mas mesmo assim tinha prazer, só que achava que não devia, que sexo devia ser praticado com outra pessoa. Atualmente estou sozinha, fazendo sexo via internet, o que considero uma masturbação. Minha dúvida é se com a masturbação posso passar a me esconder das pessoas e me acomodar, pois me passa o temor de não ficar com mais ninguém.</p>
<p>Certamente todas as pessoas, se pudessem, estariam vivendo um relacionamento afetivo e amoroso, com alguém. Isso não depende só de nós e, muitas vezes, passamos por fases da vida em que nos encontramos sozinhas. Nem por isso perdemos nossa sexualidade &#8230; nem por isso, nossos desejos e vontades sexuais ficam adormecidos.</p>
<p>Quero dizer que sentir desejo sexual é próprio da natureza humana, até porque temos um corpo que responde a estímulos hormonais &#8230; responde a estímulos visuais, sonoros &#8230; responde a estímulos de nossa imaginação&#8230; é por essa razão (por ser a sexualidade uma natural e espontânea dimensão humana) que o toque manual no próprio corpo constitui-se num ato praticamente esperado, normal, universal e natural, tanto para homens como para mulheres.</p>
<p>A masturbação não deve ser vista como algo ruim. Ela é uma possibilidade de prática sexual que pode ser feita, inclusive, junto com parceiras/os.</p>
<p>Penso que se você se acomodar e evitar se relacionar com outra pessoa, o problema não estará na masturbação. Mas sim, na  dificuldade que você demonstra ter, em encarar um relacionamento real, com uma pessoa. Você deve procurar compreender os problemas que a levam preferir ficar em casa, distante do contato pessoal. Procure sair &#8230; encontrar pessoas &#8230; conhecer gente nova e fazer novas amizades. Não se imponha a obrigação de arrumar um &#8220;caso&#8221;. A angústia é pior e acaba atrapalhando tudo. Dê tempo ao tempo e, enquanto isso, se você sentir necessidade, &#8220;mãos a obra&#8221; &#8230; sem culpa.</p>
<p> </p>
<p>MASTURBAÇÃO após os 50 ANOS<br />
Até que ponto, para um homem com mais de 50, a masturbação pode prejudicar? Ela é inconveniente para certas idades?<br />
A terceira idade é a etapa da vida humana que se inicia após os  60 - 65 anos. Nesta idade, a masturbação pode ser um reflexo da falta de sexo com parceiros, em especial para aquelas pessoas (homens e mulheres) que, erroneamente acreditam que a sexualidade acaba após a idade fértil (no caso da menopausa, para as mulheres, ou pela perda do vigor físico e juventude, no caso dos homens). Neste contexto, o que acaba fazendo mal, é a sensação de solidão,  falta de companheirismo e os significados negativos sobre a sexualidade, nesta idade, aprendidos durante a vida. Em si, a masturbação não faz mal. Talvez, sob o ponto de vista biológico, poderíamos até considerar, em alguns casos, condições físicas da pessoa, quanto as questões de ordem cardíaca e de capacidade respiratória, pois, afinal, na masturbação o orgasmo também significa um esforço físico orgânico.</p>
<p>Penso que as pessoas podem praticar sexo (independente da prática) até o fim de suas vidas e quando tiverem vontade – veja que no casamento, quando um dos membros do casal não está interessado em sexo, por que não o outro se masturbar? Muitos convivem muito bem com essa possibilidade, negociando, sem cobranças, os interesses individuais e de ambos.</p>
<p>A “inconveniência” não existe naturalmente. Nós é que a criamos.</p>
<p> </p>
<p>MASTURBAÇÃO após o ATO SEXUAL e no CASAMENTO</p>
<p>Sou homem casado, 43 anos de idade, tenho 01 filho com 17 anos. Desde a idade de 10 anos que me masturbo diariamente. Mesmo após o casamento, tendo relações sexuais normais com minha esposa e após gozar tinha muito + prazer tocando punheta e sempre foi assim, entende? Gostaria de saber quais as seqüelas e ou males que a masturbação masculina pode ocasionar com o tempo, tanto para o organismo como, e principalmente, para a mente masculina?</p>
<p>Os males que a masturbação podem causar não estão nela, como uma prática sexual, mas sim, nos significados negativos que você pode dar a ela. Quero dizer que sob o ponto de vista orgânico, homens e mulheres podem se masturbar, desde que, é claro, procurem evitar usar objetos que possam machucar o corpo ou os genitais.</p>
<p>Geralmente, as pessoas que se impõem idéias ruins, acabam sentindo culpa ou remorso, o que leva a problemas de ordem emocional, uma vez que a masturbação em si, não causa disfunções orgânicas.</p>
<p>O único aspecto que poderia discutir é o fato das pessoas, a medida em que vão &#8220;envelhecendo&#8221;, terem naturalmente mais dificuldade com o tesão e com a prática sexual com parceiros. Falo em função da esperada diminuição da libido, ao longo dos anos. Nestes casos, se masturbar poderia &#8220;gastar&#8221; o tesão ou diminuir o interesse sexual por parceiros. Neste exemplo, cada pessoa deve observar o que acontece e decidir como agir.</p>
<p>Para você, se masturbar após o ato sexual com sua mulher, pode significar que você consegue melhor tocar em seu pênis do que a penetração o faz. Assim, no tato, você sensibiliza mais o pênis, sentindo mais prazer. Esta situação também pode ser altamente excitante para você e, não vejo qualquer problema nisso.</p>
<p> </p>
<p>MASTURBAÇÃO MÚTUA pode levar a GRAVIDEZ?<br />
Tenho 18 anos e minha namorada 16, e optamos por ainda não transar. Mas quando podemos, eu a masturbo e ela me masturba. Dessa forma já ejaculei três vezes e queria saber se existe a possibilidade de ela engravidar, quando sujo minha mão de esperma e lavo meu pênis, e depois volto a masturbá-la. Será que mesmo passando sabonete na mão, para depois masturbá-la, existe o perigo da gravidez? O que posso fazer?</p>
<p>Para a garota engravidar seria necessário que, ela estivesse ovulando, ou seja, o ovário deve estar liberando um óvulo e, a quantidade de sêmen fosse o suficiente para a fertilização. No entanto, se você lava a mão, certamente, não há esperma para o contato. Além do mais, a pouca quantidade de sptz que, supostamente tivesse ali, teria que conseguir atravessar o canal vaginal, passar pelo útero e chegar no óvulo (nas trompas de falópio), sem a força de propulsão de uma ejaculação (o que tornaria o trajeto mais longo e difícil). Também, os gametas masculinos, teriam que sobreviver a acidez do canal vaginal.</p>
<p>Enfim, as chances de engravidar são muito pequenas, seria quase impossível. No entanto, sabe-se que há casos de garotas que engravidam quando a transa “ocorre nas coxas”, ou seja, o rapaz ejacula fora e, a pouca quantidade de sêmen em contato com a vagina, é capaz de proporcionar uma gravidez.</p>
<p>O ideal é evitar o contato do sêmen e praticar o sexo seguro. Por que vocês não experimentam a masturbação com camisinha?</p>
<p>�</p>
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		<title>País procura solução para a homofobia</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>

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		<category><![CDATA[homossexual]]></category>

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		<description><![CDATA[Discriminar alguém por sua opção sexual poderá se tornar crime, de acordo com projeto que tramita no Senado Federal
Brasília.
O rumoroso caso dos sargentos Laci Marinho Araújo e Fernando Alcântara de Figueiredo, presos pela Polícia do Exército, reacendeu a discussão sobre a homofobia no País. O Exército nega que as prisões tenham sido pela questão sexual, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discriminar alguém por sua opção sexual poderá se tornar crime, de acordo com projeto que tramita no Senado Federal</p>
<p>Brasília.</p>
<p>O rumoroso caso dos sargentos Laci Marinho Araújo e Fernando Alcântara de Figueiredo, presos pela Polícia do Exército, reacendeu a discussão sobre a homofobia no País. O Exército nega que as prisões tenham sido pela questão sexual, mas pelo Código Penal o homossexualismo é passível de punição. Laci foi preso, acusado de deserção, quatro dias após declarar na revista Época ter um caso com Fernando há dez anos. Já Fernando foi preso uma semana depois, acusado de três infrações, dentre elas a de ocultar o companheiro que tinha prisão decretada.</p>
<p>O texto do artigo 235 do Código Penal Militar datado de 1969, que vigora até hoje, pune o militar que pratique ou permita que se pratique com ele ato libidinoso, homossexual ou não, em lugar sujeito à administração pública. A pena é de detenção de seis meses a um ano. No caso dos dois sargentos não há provas de que tenham cometido qualquer ´ato libidinoso´ na caserna</p>
<p>O caso dos sargentos repercutiu no exterior e deixou o exército de saia justa. O ministro Nelson Jobim saiu em defesa da instituição, ´O problema não é de discriminação. A questão é verificar se os casos concretos se aplicam às regras disciplinares do Exército´, afirmou Jobim, que tem se mantido afastado da polêmica.</p>
<p>Segundo o presidente do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott, a discriminação sexual no Brasil não ocorre somente nas Forças Armadas. ´O Brasil é disparadamente o campeão mundial de homofobia´, diz. Ele afirma que por ano são constatados mais de 100 assassinatos de gays , o que significaria uma morte a cada três dias. Em 2007, foram 122. Na América Latina, o México é o país com o segundo maior número de assassinatos anuais (35) seguido pelos Estados Unidos, que tem 25 casos. Somente este ano, o Grupo Gay da Bahia contabilizou 49 casos de assassinatos de homossexuais até 14 de abril no país. O maior alvo têm sido os travestis, que representam, segundo Mott, 50% dos casos.<span id="more-42"></span></p>
<p>Fim da homofobia</p>
<p>Mas discriminar alguém por sua opção sexual poderá se tornar crime, de acordo com projeto que tramita no Senado Federal. A proposta tem causado polêmica principalmente entre os parlamentares da chamada bancada evangélica. Os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR—ES) são os mais ferrenhos adversários da proposta.</p>
<p>Crivella apresentou voto em separado e deve alterar o texto com emendas. A relatora do projeto, senadora Fátima Cleide (PT-RO) quer conversar com Crivella para que o projeto seja votado sem emendas. Pelo acordo já acertado com o governo e com movimentos sociais, os pontos do texto que forem divergentes serão vetados pelo presidente da República.</p>
<p>Caso as emendas de Crivella sejam aprovadas, o texto terá que retornar à Câmara adiando ainda mais a tramitação do projeto. Com relação a emenda de Magno Malta, que pede a rejeição do projeto, Cleide disse que não vai acatá-la.</p>
<p>Malta entende que o projeto fere a liberdade de consciência, de crença e a manifestação do pensamento. Para ele, a Constituição já estabelece que toda e qualquer discriminação é vedada, sem distinção de qualquer natureza.</p>
<p>O senador também critica os artigos 7º e 8º do projeto que reconhecem a liberdade de manifestações públicas de intimidade e sexualidade. Conforme o parlamentar, o artigo contraria o decoro e atenta contra o artigo 5º da Constituição Brasileira, segundo o qual ´são invioláveis a intimidade e a vida privada das pessoas´.</p>
<p>A professora do Departamento de Direito da Universidade de Brasília, Suzana Viegas, em entrevista à Agência Brasil, disse que o ordenamento jurídico brasileiro dispõe de diversos instrumentos para garantir os direitos dos homossexuais. Ela segue a mesma linha de Magno Malta, ao afirmar que a criminalização do preconceito já está implícita na Constituição.</p>
<p>No âmbito governamental, o Governo Federal lançou em 2004, Programa de Combate à Violência e à Discriminação contra GLTB (Gays, Lésbicas, Transgêneros e Bissexuais) e de Promoção da Cidadania de Homossexuais “Brasil sem Homofobia”, com o intuito de promover a cidadania, a partir da equiparação de direitos e do combate à violência e à discriminação homofóbicas. O Programa tem 53 ações em 10 ministérios e secretarias especiais. O fato é que a discriminação, mesmo proibida, parece que permanecerá velada como a discriminação racial.</p>
<p>FIQUE POR DENTRO<br />
2.600 gays mortos no Brasil em 25 anos</p>
<p>Nos últimos 25 anos foram registrados 2.600 assassinatos de gays, lésbicas e travestis no País. Os tipos de agressão são os mais diversos: tiros, facadas, pedradas, asfixiamento, entre outros. No Ceará, em média um homossexual é assassinado a cada dois meses, vítima de discriminação sexual. A violência contra homossexuais tem preocupado autoridades e representantes de grupos GLTB. Mas já existem algumas leis que combatem essa discriminação. Fortaleza conta com a lei municipal 8211/98 que pune os estabelecimentos comerciais que discriminarem homossexuais. A nível estadual foi instituído o Dia Estadual de Combate a Homofobia.</p>
<p>ASSASSINATOS<br />
Ceará teve 69 mortes em dez anos</p>
<p>O presidente do Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), Chico Pedrosa, contabiliza em dez anos (1996-2006), 69 casos de assassinatos de gays, lésbicas e travestis no estado do Ceará, o que representa um caso a cada dois meses. Mais do que a estatística assustadora, ele afirma que o que mais preocupa é a fragilidade da Polícia em desvendar os crimes.</p>
<p>Ele cita três casos enigmáticos e recentes que corroboram com sua tese: o assassinato do professor Luís Palhano, membro do Grab, em 1º de maio; do militante do Movimento Homossexual do Crato, Décio e da jovem Steffani no Conjunto Ceará. ´Nos três casos ou a investigação caminha a passos lentos, ou não existe nenhuma iniciativa, como no caso de Stefani. As informações que temos é que o criminoso está solto e fazendo pouco caso da Polícia e da companheira de Stefani. São crimes que demonstram a falta de empenho´.</p>
<p>Mobilização</p>
<p>Pedrosa não concorda com a afirmação de que a sociedade cearense seja uma das mais homofóbicas do País. Diz que há mobilização e avanços, apesar de entender que existam casos de homofobia, machismo, lebosfobia (discriminação com lésbicas). Entende que falta é segurança para essa população.</p>
<p>Com relação a discriminação em quartéis no Ceará, diz que o caso mais famoso foi do padre Cheregatto, que após ter tido descoberta sua opção sexual passou a ser o principal suspeito do assassinato de dois recrutas. ´Isso mostra o quadro de intolerância nas Forças Armadas. Sabemos que existem casos de homossexualismo nos quartéis. E nem poderia ser diferente. Um bocado de homens juntos, só poderia dar nisso´.</p>
<p>Pedrosa diz que o Grab também se associa ao movimento nacional que pede a revogação do artigo 235 do Código Penal Militar que pune a pratica do homossexualismo entre integrantes das forças armadas no âmbito dos quartéis. A reportagem tentou contato com a Secretaria de Segurança Pública, mas não recebeu respostas aos pedidos de entrevista.</p>
<p>MAIS AÇÕES<br />
Para secretário, Brasil evoluiu nas políticas públicas</p>
<p>O assessor especial da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH), Ivair Alves dos Santos, avalia que o Brasil, apesar de registrar incidência considerável de violência contra os homossexuais, está evoluindo no tratamento a essa parcela da população, com a articulação das políticas públicas.</p>
<p>Santos entende que nos últimos anos o País tem mudado essa realidade através de ações do Poder Público. Uma das iniciativas citadas por ele são os centros de atendimento às vítimas de homofobia, onde os gays e travestis recebem atendimento psicológico e jurídico.</p>
<p>Atualmente existem 50 postos em todo o país, montados em parceria com governos estaduais, prefeituras e organizações da sociedade civil. A secretaria pretende aumentar o número de centros. Outra ação é a integração das políticas públicas para essa parcela da população, com a ajuda dos estados e dos municípios.</p>
<p>Integração</p>
<p>Observa o secretário que as principais ações eram de iniciativas do governo federal, mas nos últimos tempos as autoridades estaduais e municipais estão se mobilizando para ampliar o acesso dos homossexuais a políticas públicas. “A homofobia não distingue classe social, tanto em relação às vítimas como em relação a quem comete os atos”, explica Santos. Ele diz que muitas vezes a humilhação e discriminação são tão agressivas quanto a violência física.</p>
<p>INQUÉRITOS<br />
MP vai investigar as Forças Armadas</p>
<p>O Ministério Público Federal tem interesse em realizar junto as Forças Armadas uma pesquisa sobre a discriminação contra homossexuais nos processos criminais e nos inquéritos de processo penal militar.</p>
<p>A frente da pesquisa está o procurador da República e membro do Grupo de Direitos Sexuais e Reprodutivos, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, Sérgio Suiama. Ele disse que o objetivo do levantamento é que os dados coletados possam ´amparar uma ação concreta do MPF no que diz respeito à discriminação nas Forças Armadas´.</p>
<p>Entre essas possíveis ações, estão medidas de compensação, ações afirmativas e medidas de educação para a diversidade sexual dentro das Forças Armadas.</p>
<p>Uma das hipóteses levantadas pelo Ministério Público, de acordo com Suiama, é de que há uma aplicação errada do Código Penal Militar, no que diz respeito ao crime de pederastia, previsto no código. ´O nome do crime é um nome discriminatório, mas o crime em si não é, porque ele não discrimina homem ou mulher, fazer sexo no Exército é crime´.</p>
<p>No entanto, segundo ele, há discriminação quando o assunto é punir quem comete o crime de manter relações sexuais dentro do quartel. ´Quando há uma relação sexual entre um homem e uma mulher dentro do quartel, esse fato é tratado como bagatela, como uma coisa de menor potencial ofensivo, agora, quando são dois homens que são flagrados no quartel fazendo sexo, isso é um crime realmente grave, a ponto de justificar uma punição maior´, ressaltou.</p>
<p>O procurador nega que a ação esteja diretamente ligada com o caso do sargento Laci Marinho Araújo. Mesmo assim, afirmou que o caso está sendo acompanhado pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, no Distrito Federal.</p>
<p>Ação civil</p>
<p>A Associação Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (GLBTT) prepara uma ação onde pedirá a revogação do artigo 235 do Código Penal Militar, que classifica a pederastia como crime na caserna, sujeito a punições. A decisão é uma resposta à prisão do sargento Laci Araújo, na semana passada. Embora acusado por deserção, o sargento estaria sendo vítima de preconceito, segundo avaliações de líderes do movimento homossexual no país.</p>
<p>MARCELO RAULINO<br />
Repórter</p>
<p>Fonte: <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=548818">Diário do Nordeste</a></p>
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		<title>Mulheres experimentam sexualidade sem rótulo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Para psiquiatra, elas não limitam seus desejos necessariamente ao sexo do parceiro.Decepção com ideal de romantismo pode explicar tendência comportamental. 23/06/2008.
A sexualidade da mulher, desde a simbólica queima de sutiãs pelas feministas em maio de 1968, sempre foi um assunto polêmico. O inegável, no entanto, é que, com o passar dos anos, a mulher tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para psiquiatra, elas não limitam seus desejos necessariamente ao sexo do parceiro.Decepção com ideal de romantismo pode explicar tendência comportamental. 23/06/2008.</p>
<p>A sexualidade da mulher, desde a simbólica queima de sutiãs pelas feministas em maio de 1968, sempre foi um assunto polêmico. O inegável, no entanto, é que, com o passar dos anos, a mulher tem se permitido experimentar. Por conta disso, segundo o psiquiatra Jairo Bouer, é difícil identificar padrões ou tendências comportamentais do sexo feminino. Bouer  é formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com residência em psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da USP.</p>
<p>Ao longo de sua carreira, Bouer se especializou em comportamento e sexualidade. Segundo ele, não é possível definir com exatidão se a mulher está mais aberta a novas experiências ou se sua “liberação” está apenas mais aparente. “Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos, pelo Centro Nacional de Estatísticas em Saúde (NCHS, na sigla em inglês), mostra que 15% das universitárias, entre 19 e 24 anos, já tiveram relação homossexual. O interessante, porém, é que a maioria delas não se declara homossexual ou bissexual”, afirma.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, além de homossexuais e heterossexuais podem existir diversas opções sexuais intermediárias. “Essa situação de experimento é muito mais antiga do que se pensa. O que mudou foi a forma de a sociedade enxergar essa diversidade, com menos preconceito”, diz. Ainda segundo Carmita, a orientação sexual não é uma escolha, mas um fator biopsicossocial, influenciado pela hereditariedade e pelas experiências de vida de cada um.</p>
<p>Para Bouer, a flexibilidade de escolhas propiciada pelos novos moldes da sociedade tem feito com que a mulher não limite seus desejos necessariamente ao sexo do parceiro. &#8220;Conheço casos de mulheres que foram casadas por anos com homens e depois de uma decepção, por exemplo, se apaixonaram por uma mulher. Depois do relacionamento homossexual pode acontecer de ela voltar a se relacionar com um homem”, diz Bouer.</p>
<p>Um dos motivos que pode levar mulheres a ingressarem em uma relação afetiva e de prazer com outras mulheres, sem considerar-se predominantemente homossexual, pode ser o romantismo característico do sexo feminino. “Muitas vezes a mulher se cansa do espírito masculino e consegue lidar melhor com suas inibições sexuais se estiver se relacionando com outra mulher”, afirma Bouer.</p>
<p>A cantora Preta Gil concorda. “Eu acho que a mulher está se permitindo experimentar e isso talvez aconteça por causa da decepção com o ideal de homem e de romantismo”, diz. Preta afirma, porém, que essas mudanças de comportamento podem ter aspectos negativos e positivos. “É bom porque a mulher passa a se conhecer melhor e pode ser ruim se for encarado apenas como um modismo”, diz ao <strong>G1</strong>.<br />
                                          </p>
<div class="subTitulo"><span class="marcador"> </span><span>Sexualidade contínua</span></div>
<p>Para Bouer, a tendência ao experimento não tem idade. “Tenho visto casos com mulheres de 14 a 50 anos. Entre as adolescentes é um pouco mais comum do que era há alguns anos, mas pode ser por conta de um menor preconceito, ou até por um certo modismo”, diz.</p>
<p>“Isso reforça aquela história de que a sexualidade é contínua. Não existe apenas o ser heterossexual, homossexual ou bissexual. É possível não gostar igualmente da mesma coisa em todas as fases da vida. E vale lembrar que nem toda mulher está aberta a experimentar, e é exatamente essa liberdade de poder ou não querer algo que faz a diferença”, diz.</p>
<p>Publicado no <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL608848-5598,00-MULHERES+EXPERIMENTAM+SEXUALIDADE+SEM+ROTULO.html">G1</a></p>
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		<title>Mineiro faz mais sexo e carioca tem mais orgasmo, diz pesquisa.</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;As mulheres do Rio são mais tranqüilas quanto à sexualidade&#8217;, argumenta pesquisadora. Já mineiros têm mais relações a cada encontro, segundo estudo sobre sexualidade.&#8221;
Uma pesquisa sobre sexualidade realizada recentemente no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte revela um dado um tanto polêmico: os cariocas têm mais orgasmos nas relações sexuais do que os mineiros. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As mulheres do Rio são mais tranqüilas quanto à sexualidade&#8217;, argumenta pesquisadora. Já mineiros têm mais relações a cada encontro, segundo estudo sobre sexualidade.&#8221;</p>
<p>Uma pesquisa sobre sexualidade realizada recentemente no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte revela um dado um tanto polêmico: os cariocas têm mais orgasmos nas relações sexuais do que os mineiros. De acordo com os índices do estudo, 93,8% dos homens e 77,2% das mulheres disseram que têm orgasmos freqüentemente, contra 91% dos mineiros e 71% das mineiras.</p>
<p>Os índices são maiores entre os cariocas por uma questão cultural, argumentou, nesta terça-feira (24), a coordenadora do estudo, Carmita Abdo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, durante coletiva realizada em um hotel em Botafogo, na Zona Sul do Rio.</p>
<p>“As mulheres do Rio são mais tranqüilas quanto à sexualidade. Elas convivem muito na praia, gostam de corpos em forma. O mesmo se aplica para os homens. É uma cultura mais do corpo. Os mineiros não são tão despojados quanto os cariocas”, disse a pesquisadora.<br />
<span id="more-40"></span><br />
Os dados fazem parte da pesquisa Mosaico Brasil, que tem como objetivo detalhar o comportamento afetivo-sexual dos brasileiros. O estudo, que será realizado em nove capitais do país e em Brasília (DF), já foi concluído no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. A pesquisa foi realizada com homens e mulheres maiores de 18 anos que moram no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No total, foram ouvidas cerca de 1.715 pessoas.</p>
<p> </p>
<div class="subTitulo"><span class="marcador"> </span><span>Mineiro faz mais sexo</span></div>
<p>A disputa entre os estados não pára nos orgasmos. A freqüência em que praticam o ato sexual é semelhante entre os cariocas e mineiros (uma média de três oportunidades por semana). Entretanto, os homens de Belo Horizonte revelaram que, a cada oportunidade, têm três relações, contra dois dos cariocas.</p>
<p>Sobre a qualidade da ereção, 44% dos homens das duas capitais firmam ter percebido uma piora com o passar dos anos. Mais de 70% revelaram ter medo de ter piora na qualidade da relação sexual com o avançar da idade.</p>
<p>Os homens do Rio usam mais preservativos do que os mineiros (36% contra 30%), mas as mineiras usam mais a camisinha do que as cariocas (38,8% contra 24,6%).</p>
<p> </p>
<div class="subTitulo">
<p><span class="marcador"> </span><span>Aparência física é tão importante quanto ereção</span></p>
</div>
<p>Outro dado da pesquisa revela que as mulheres de ambos os estados acreditam que aparência física é para elas comparável com a importância que os homens dão à própria ereção.</p>
<p>Quanto ao quesito qualidade de vida, a atividade sexual está em segundo lugar para os cariocas, atrás somente de convivência com a família. Já para os mineiros,o sexo está na terceira colocação.</p>
<p>Para os casais mineiros e cariocas, o sexo é muito importante para um relacionamento (58,8% e 56,7%, respectivamente), e a realização sexual do casal depende de ambos. No entanto, segundo a pesquisa, 45% dos homens do Rio e 34,9% dos de Belo Horizonte não continuariam com suas parceiras se elas não pudessem ter relação sexual.</p>
<p>Publicado no <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL612410-5606,00-CARIOCAS+TEM+MAIS+ORGASMO+DO+QUE+MINEIROS+DIZ+PESQUISA.html">G1</a></p>
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		<title>Laboratório Lança Pesquisa Nacional Sobre Comportamento Afetivo-Sexual</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[afetivo]]></category>

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Satisfação sexual tem a ver com qualidade de vida ou está mais associada ao fato de não falhar e de atingir o orgasmo? Aparência física do(a) parceiro(a) é um importante estímulo sexual? O brasileiro distingue sexo de afeto? E a falta de auto-estima atrapalha o desempenho na cama? Para saber a resposta dessas e de [...]]]></description>
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<td class="TitAzulNot" align="left" valign="top"> </td>
<p>Satisfação sexual tem a ver com qualidade de vida ou está mais associada ao fato de não falhar e de atingir o orgasmo? Aparência física do(a) parceiro(a) é um importante estímulo sexual? O brasileiro distingue sexo de afeto? E a falta de auto-estima atrapalha o desempenho na cama? Para saber a resposta dessas e de outras questões envolvendo o comportamento afetivo-sexual da população brasileira, a Pfizer acaba de lançar a pesquisa nacional Mosaico Brasil.</p>
<p>Conduzido pela professora Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o estudo foi iniciado em abril deste ano no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Nos próximos meses, a pesquisa será realizada em outras oito capitais do País: Curitiba, Porto Alegre, Manaus, Fortaleza, Salvador, Brasília, Campo Grande e São Paulo. Ao final do estudo, serão divulgados os dados nacionais compilados, que traçam o perfil afetivo-sexual de homens e mulheres maiores de 18 anos.</p>
<p>“Avaliar o comportamento afetivo-sexual do brasileiro 10 anos após o advento de Viagra é o intuito da pesquisa, que batizamos de Mosaico Brasil por incluir a população de diferentes regiões do País”, explica João Fittipaldi, diretor médico da Pfizer.</p>
<p>Cariocas e mineiros são os primeiros a conhecer os resultados de suas cidades. Para eles, o sexo é muito importante para a harmonia do casal e a realização sexual depende do envolvimento entre os parceiros. Homens e mulheres demonstram estar satisfeitos com a relação sexual e fazem distinção entre afeto e sexualidade. Aproximadamente 73,6% dos homens cariocas e 71,8% dos mineiros não temem que a idade atrapalhe o seu desempenho sexual e a maioria acredita que a satisfação está associada à capacidade de não falhar (68,0% dos homens cariocas e 66,9% dos mineiros).</p>
<p>A opinião sobre aparência física diferencia-se entre as regiões. Para 48,9% dos homens cariocas o aspecto físico da parceira é sempre um importante estímulo sexual. Já os mineiros e as mulheres das duas capitais acreditam que a aparência é importante em algumas situações.</p>
<p>Os próximos resultados do Mosaico Brasil mostrarão o comportamento afetivo-sexual da região Sul do País.<br />
<strong>Fonte: Pfizer</strong></p>
<p><strong>Publicado por: <a href="http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia.asp?id=10034">Agência de Notícias da AIDS</a></strong></p>
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		<title>Elas querem prazer; já eles, carinho !!!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 15:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivan Sinigaglia N Pereira</dc:creator>
		
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As mulheres cariocas estão buscando cada vez mais prazer na cama, e os cariocas têm se tornado homens mais afetuosos. E o resultado dessa mudança comportamental se reflete na qualidade do sexo praticado na cidade. Essas conclusões constam da pesquisa sobre sexualidade Mosaico Brasil, divulgada ontem pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do [...]]]></description>
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<p>As mulheres cariocas estão buscando cada vez mais prazer na cama, e os cariocas têm se tornado homens mais afetuosos. E o resultado dessa mudança comportamental se reflete na qualidade do sexo praticado na cidade. Essas conclusões constam da pesquisa sobre sexualidade Mosaico Brasil, divulgada ontem pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e pelo laboratório Pfizer.</p>
<p>Dos 912 cariocas ouvidos, 61,4% dos homens e 53,4% das mulheres disseram separar sexo de afeto. Há alguns anos, homens faziam valer a má fama de ‘galinha’ e um número ainda maior distinguia as duas coisas. Já um percentual maior de mulheres, antes tidas como ‘certinhas’, agora admite dissociar amor e sexo, segundo Carmita Abdo, responsável pelo Mosaico Brasil e coordenadora do ProSex. “A mulher e o homem, inteligentemente, descobriram que precisam chegar a um consenso. Eles estão seguindo caminhos diferentes, mas na direção de um equilíbrio”, afirmou a pesquisadora.</p>
<p>Para a administradora de empresas Mariana Moreira, 35 anos, as mulheres conquistaram sua liberdade e estão correndo atrás da realização sexual. “A mulher não se deixa mais usar. Ela quer prazer. O homem já percebeu isso e para não perder a parceira, precisa tratá-la muito melhor e se preocupar em dar prazer, o que antigamente não acontecia”, disse Mariana.</p>
<p>Outro dado revelador, segundo Carmita Abdo, é o número de relações amorosas que marcaram a vida dos homens do Rio: quatro, em média — e não dezenas, como sugere a má fama —, enquanto as mulheres citaram duas, em média. “Isso mostra que as relações deixam marcas nos homens que não imaginávamos. Eles não viram a página simplesmente como pensávamos”, destacou Carmita.</p>
<p>Em um ponto, homem e mulher não divergem: sexo é fundamental para a harmonia do casal. Os cariocas classificam sua vida sexual como boa ou excelente. Em média, eles transam três vezes por semana, e em cada um dos encontros mantêm duas relações. No entanto, os homens dizem que gostariam de fazer sexo todos os dias e as mulheres, quatro vezes por semana.</p>
<p>Questionados se manteriam um relacionamento mesmo se o parceiro não pudesse mais fazer sexo, 45% dos homens disseram que não, e 37,5% das mulheres afirmaram que sim.</p>
</div>
<p class="noindent"><strong>Fonte:</strong> O DIA/RJ</p>
<p class="noindent"> </p>
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